A Cia. Tumulto, na aula de sábado (8), foi agraciada com as presenças do ator e dramaturgo Daniel Chagas, do Grupo Milongas, e o ator Rafael Queiroga, do Z.É.-Zenas Improvisadas. Fazendo uma referência ao conteúdo que nos foi transmitido, classificar esse encontro como bom seria pouco. Foi ótimo!!
!! Digamos que foi o "encaixe perfeito" entre trabalho corporal e improvisação.
Vimos o quanto é importante a preparação de um dos nossos principais instrumentos de trabalho O CORPO, vimos também que é um trabalho árduo. "Os atores são como atletas, a cada dia temos que aprimorar a nossa técnica. Eles treinam todos os dias para bater o próprio recorde, mesmo que seja em 1 milésimo", nos explicou Daniel Chagas.
Disciplina é o primeiro impulso. Com disciplina na nossa preparação chegaremos a um ponto em que a nossa técnica se tornará subconsciente e automática, como respirar, que também exige técnicas para termos fôlego, principalmente na hora em que alguma representação nos pede a junção da ação com a fala ou o canto. Musical é um grande exemplo.
O corpo em determinados momentos vale mais que as palavras. Por e
xemplo, se seu corpo não condiz com o que você está representando é um "CORPO MORTO", por isso são essenciais os exercícios de respiração e alongamento, a preparação vocal. Importantíssimos para o aperfeiçoamento constante do ator, para que o seu corpo na hora da representação esteja em total harmonia com você, seu personagem e com o trabalho que está sendo mostrado.
Os exercícios de improvisação mostram o quanto temos que estar atentos ao que parceiro fala, ao momento em que se vai falar, à história com início meio e fim, com conflitos, como eles serão resolvidos ali na hora. O foco é muito necessário, sem ele a verborragia predomina, a história não tem pé nem cabeça. Por isso é importante estar atento à fala do seu parceiro. Não seja platéia. Não tente só você fazê-la rir ou chorar, todos têm
que fazer. A concentração é fundamental e a harmonia de grupo também.
De acordo com Daniel Chagas, "ninguém é insubstituível, mas somos únicos", então façamos a “unimultiplicidade” que é o Teatro.
Paula Pardon
Atriz da Cia. de Teatro Tumulto
paulapardon@pop.com.br
Visite o site:
http://www.grupomilongas.com/index.html
http://www.zenasemprovisadas.com.br/
Vimos o quanto é importante a preparação de um dos nossos principais instrumentos de trabalho O CORPO, vimos também que é um trabalho árduo. "Os atores são como atletas, a cada dia temos que aprimorar a nossa técnica. Eles treinam todos os dias para bater o próprio recorde, mesmo que seja em 1 milésimo", nos explicou Daniel Chagas.
Disciplina é o primeiro impulso. Com disciplina na nossa preparação chegaremos a um ponto em que a nossa técnica se tornará subconsciente e automática, como respirar, que também exige técnicas para termos fôlego, principalmente na hora em que alguma representação nos pede a junção da ação com a fala ou o canto. Musical é um grande exemplo.
O corpo em determinados momentos vale mais que as palavras. Por e
Os exercícios de improvisação mostram o quanto temos que estar atentos ao que parceiro fala, ao momento em que se vai falar, à história com início meio e fim, com conflitos, como eles serão resolvidos ali na hora. O foco é muito necessário, sem ele a verborragia predomina, a história não tem pé nem cabeça. Por isso é importante estar atento à fala do seu parceiro. Não seja platéia. Não tente só você fazê-la rir ou chorar, todos têm
De acordo com Daniel Chagas, "ninguém é insubstituível, mas somos únicos", então façamos a “unimultiplicidade” que é o Teatro.
Paula Pardon
Atriz da Cia. de Teatro Tumulto
paulapardon@pop.com.br
Visite o site:
http://www.grupomilongas.com/index.html
http://www.zenasemprovisadas.com.br/









O projeto Palco Giratório, onde grupos de diversas localidades fazem um ciranda cultural percorrendo mais de vinte cidades de todo o Brasil, trouxe até nós o grupo gaúcho Cia. do Giro, que através de convite formalizado pelo SESC, convidou a Cia. de Teatro tumulto para um Workshop específico de "Clown" e ''Bufão", ministrado pelos professores palhaços Daniela Carmona e Adriano Basejo. A dupla elogiou a receptividade com que os integrantes da Cia. de Teatro Tumulto: Alex Borges, Ana Sabbagh, Elaine Raymundo, Fátima Porto, Geysa Ramos, Joana Lopez, Tatiane Veras e Thiago Ramos demonstraram dura nte as três horas de oficina. Após a apresentação individual de todos os envolvidos no trabalho, começaram a primeira parte da aula, onde ficou evidenciado que os atores devem estar sempres atentos ao que acontece ao seu redor, tirando proveito disto para abrilhantar ainda mais sua interpretação.Na segunda parte foi demonstrado que o jogo do ator para com a platéia deve ser ininterrupto, mesmo que não seja um espetáculo onde seja quebrada a

